Causa da morte da avó de Fabiana Justus é revelada: ‘É muito rápido’

A família da influenciadora Fabiana Justus vive dias de despedida e lembranças após a morte de sua avó materna, Celia Chryzman, aos 82 anos. A notícia, que veio de forma inesperada para muitos, trouxe uma onda de mensagens de carinho nas redes sociais e revelou, mais uma vez, o lado humano por trás das figuras públicas que milhões acompanham diariamente.
Quem compartilhou detalhes sobre os últimos momentos foi a influenciadora Fran Justus, esposa de Ricardo Justus. Segundo ela, Celia enfrentava uma leucemia crônica havia alguns anos, mas o quadro mudou recentemente. Em 2025, a doença evoluiu para uma fase mais agressiva, exigindo tratamentos mais intensos, incluindo sessões de quimioterapia. Ainda assim, havia esperança. Após uma primeira etapa do tratamento, Celia entrou em remissão e passou alguns meses bem, convivendo com a família e mantendo sua rotina dentro do possível.
O início de 2026, porém, trouxe uma reviravolta. A doença voltou e, apesar dos esforços médicos e da rápida intervenção, houve uma progressão que comprometeu o sistema nervoso. Em questão de poucos dias, o estado de saúde dela mudou de forma repentina, surpreendendo todos ao redor.
Fran falou com emoção sobre o impacto dessa perda. Ela destacou que, apesar da idade, Celia tinha uma energia admirável. Era daquelas pessoas que não aparentam o número de anos que têm. Alegre, participativa e cheia de presença, ela mantinha uma postura ativa e próxima da família. Esse contraste entre vitalidade e fragilidade tornou o momento ainda mais difícil de aceitar.
Em um relato sincero, Fran comentou que conviveu com Celia por cerca de duas décadas. Mais do que um vínculo familiar formal, havia uma relação de afeto construída com o tempo, cheia de memórias, aprendizados e convivência diária. Esse tipo de conexão, segundo ela, deixa marcas profundas, que permanecem mesmo após a despedida.
Nas redes sociais, onde Fabiana costuma dividir momentos da vida pessoal e profissional, a homenagem à avó emocionou seguidores. Em um texto sensível, ela descreveu a admiração que sentia e relembrou pequenos detalhes que fazem toda a diferença quando alguém se vai — o cheiro, a voz, as conversas sem pressa e o carinho constante.
Fabiana também destacou o papel de Celia como bisavó. Segundo ela, era uma presença ativa na vida das crianças, brincando no chão, participando dos momentos simples e demonstrando afeto de forma genuína. São justamente essas cenas cotidianas que acabam se transformando nas lembranças mais valiosas.
O episódio ganha ainda mais significado quando se lembra que a própria Fabiana enfrentou um diagnóstico semelhante no passado. Após passar por tratamento e transplante de medula óssea, ela conseguiu superar a doença, o que tornou a trajetória da avó ainda mais próxima de sua realidade pessoal. Isso criou entre elas uma conexão que ia além do vínculo familiar tradicional.
Esse tipo de história toca porque é universal. Independentemente da fama ou da exposição pública, o luto é um sentimento que todos compreendem. Ele chega em silêncio, muda a rotina e transforma pequenos detalhes em grandes lembranças.
Nos últimos anos, muitos brasileiros passaram a compartilhar momentos de despedida nas redes sociais, criando uma espécie de memorial coletivo. Fotos antigas, vídeos e textos se tornam uma forma de manter viva a presença de quem partiu. Não é apenas sobre tristeza, mas também sobre gratidão e reconhecimento.
No caso de Celia, o que fica é o legado. Uma história construída com afeto, presença e amor familiar. Para Fabiana e seus familiares, permanece a saudade, mas também a certeza de que as memórias continuarão presentes no dia a dia, nos gestos, nas histórias contadas e nas novas gerações que crescerão ouvindo sobre quem ela foi.





