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Três Graças: Lena vai ao velório de Jorginho e devolve bebê de Joélly de forma chocante

A novela “Três Graças”, exibida no horário nobre da Rede Globo, tem conquistado o público com sua trama repleta de reviravoltas dramáticas e temas sociais profundos, como tráfico de crianças, violência e redenção. Ambientada em uma comunidade fictícia do Rio de Janeiro, a história acompanha as vidas entrelaçadas de personagens complexos, cujas decisões impulsionam conflitos intensos. No arco atual, o foco recai sobre o destino trágico de Jorginho, interpretado por Juliano Cazarré, cuja morte marca um ponto de virada na narrativa, destacando as consequências de intrigas criminosas orquestradas por vilões como Samira.

O assassinato de Jorginho representa o clímax de uma série de eventos violentos na novela. O personagem, conhecido por sua luta contra o crime organizado na favela, é vítima de um plano cruel executado por Samira, vivida por Fernanda Vasconcellos, que busca eliminar obstáculos para seus esquemas ilícitos. Essa cena, exibida recentemente, chocou os telespectadores pela brutalidade e pelo impacto emocional sobre os entes queridos de Jorginho, incluindo sua companheira Joélly, interpretada por Alana Cabral. A morte não apenas encerra um ciclo para o personagem, mas também desencadeia uma onda de luto e busca por justiça na trama.

Paralelamente ao drama de Jorginho, a novela explora o sofrimento de Joélly, que enfrenta um parto clandestino em meio ao caos. Debilitada e isolada, ela dá à luz a uma menina, mas o bebê é imediatamente sequestrado como parte de um esquema de tráfico de crianças liderado por Samira. Esse elemento adiciona camadas de tensão à história, abordando questões reais como a exploração de vulneráveis em contextos sociais precários, e mantém o público ansioso pelo desfecho do destino da criança.

Lena, personagem interpretada por Bárbara Reis, surge como uma figura pivotal nesse enredo. Inicialmente envolvida no plano ao lado de seu companheiro Herculano, vivido por Leandro Lima, ela recebe o bebê com a intenção de fugir e criar a criança como sua. No entanto, a morte de Jorginho desperta um conflito interno em Lena, questionando suas escolhas morais e o peso da culpa. Essa evolução reflete o tema de redenção que permeia “Três Graças”, mostrando como eventos traumáticos podem alterar trajetórias pessoais.

O momento mais impactante ocorre durante o velório de Jorginho, quando Lena irrompe na cerimônia carregando o bebê nos braços. Em uma cena descrita como chocante pelos roteiristas, ela devolve a criança a Joélly de forma abrupta, interrompendo o luto coletivo e declarando que a tragédia a fez repensar sua vida. Essa devolução não é apenas um ato de arrependimento, mas um catalisador para confrontos emocionais, com lágrimas, acusações e promessas de justiça ecoando no ambiente fúnebre.

As reações dos personagens à ação de Lena intensificam o drama da novela. Joélly, ainda fragilizada pelo parto e pela perda de Jorginho, recebe a filha em um misto de alívio e incredulidade, enquanto outros, como Gerluce e Bagdá, exigem explicações e planejam retaliações contra os responsáveis pelo sequestro. Essa cena reforça o elo familiar e a resiliência feminina na trama, contrastando com a vilania de Samira, que permanece como ameaça latente.

À medida que “Três Graças” avança para seus capítulos finais, essa reviravolta promete desdobramentos ainda mais intensos, com investigações policiais e possíveis prisões. O público, cativado pela mistura de suspense e emoção, especula sobre o futuro dos personagens, consolidando a novela como um sucesso de audiência e crítica por sua capacidade de entrelaçar ficção com reflexões sociais relevantes.

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