Homem de 68 anos, motorista por aplicativo, é encontrado sem vida em Itanhaém após desaparecimento

Em um trágico desdobramento ocorrido na região metropolitana de São Paulo, o motorista de aplicativo Osvaldo Antônio de Jesus, de 68 anos, foi encontrado sem vida após um desaparecimento repentino. Morador do bairro Sacomã, na zona sul da capital paulista, ele saiu de casa na manhã de 23 de fevereiro de 2026 para trabalhar e nunca mais retornou, deixando familiares e amigos em alerta. O caso ganhou repercussão rápida nas redes sociais e na imprensa local, destacando a vulnerabilidade de profissionais que atuam em serviços de transporte por aplicativo.
Osvaldo era conhecido por sua rotina dedicada ao trabalho, saindo cedo para atender corridas e sustentar a família. Naquele dia fatídico, ele partiu por volta das 6h, sem qualquer indício de que algo fora do comum aconteceria. No entanto, ao final do dia, sem notícias ou contato, os parentes começaram a se preocupar intensamente. Relatos indicam que ele possuía familiares na Baixada Santista, mas não havia comunicado planos de viagem para aquela região, o que aumentou o mistério em torno do ocorrido.
Diante da ausência prolongada, a família registrou um boletim de ocorrência na polícia, mobilizando buscas e divulgando apelos por informações. Amigos e conhecidos compartilharam fotos e detalhes nas redes sociais, na esperança de obter pistas sobre o paradeiro do idoso. Essa mobilização comunitária reflete o impacto que casos como esse têm na sociedade, onde a solidariedade se torna uma ferramenta essencial para lidar com situações de emergência.
O corpo de Osvaldo foi localizado horas após o desaparecimento, na faixa de areia da praia do bairro Gaivota, em Itanhaém, no litoral paulista. A descoberta ocorreu por volta das 11h30 do mesmo dia 23, surpreendendo as autoridades e a família. O carro do motorista foi encontrado intacto nas proximidades, na Rua das Palmeiras, com pertences pessoais no interior, o que sugere que ele pode ter se deslocado voluntariamente para a área costeira.
O Grupamento de Bombeiros Marítimo foi acionado para atender a ocorrência, constatando que o corpo não apresentava sinais típicos de afogamento. Observações iniciais apontaram para a possibilidade de um mal súbito ou causa natural, embora nada tenha sido confirmado naquelas primeiras horas. Essa análise preliminar ajudou a direcionar as ações iniciais, priorizando a preservação da cena para investigações mais aprofundadas.
A Polícia Civil assumiu o caso, registrando-o como morte suspeita e encontro de cadáver no 2º Distrito Policial de Itanhaém. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames necroscópicos, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias exatas da morte. Enquanto o laudo pericial não é concluído, as autoridades mantêm todas as hipóteses abertas, garantindo uma apuração rigorosa para evitar especulações infundadas.
A família de Osvaldo, abalada pela perda inesperada, expressou profundo lamento e gratidão a todos que auxiliaram nas buscas e na divulgação do caso. Em mensagens compartilhadas publicamente, eles pedem conforto e forças para superar esse momento difícil, destacando o legado de dedicação e carinho deixado pelo motorista. Esse episódio serve como lembrete da fragilidade da vida e da importância de valorizar os entes queridos em meio às rotinas cotidianas.





