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Nova pandemia deve se alastrar muito em breve

A vidente Chaline Grazik voltou ao centro das conversas nas redes sociais nos últimos dias. O motivo foi a retomada de um vídeo antigo em que ela mencionava a cidade de Juiz de Fora antes das fortes chuvas que atingiram a região recentemente. Como acontece quase sempre nesses casos, bastou a coincidência de datas e acontecimentos para que o assunto ganhasse força e dividisse opiniões.

No vídeo, publicado meses atrás, Chaline aparece dizendo que a palavra “Juiz de Fora” vinha repetidamente à sua mente. Ela descreve um clima de tensão, fala em desespero, gritos e movimentação intensa. Na época, a gravação circulou de forma discreta. Mas, após os temporais que castigaram parte de Minas Gerais, seguidores resgataram o conteúdo e passaram a relacionar a fala da sensitiva com o que ocorreu na cidade.

“Eu lembro disso”, comentou uma internauta. Outro perfil escreveu que ficou arrepiado ao rever as imagens. A internet funciona assim: um recorte de vídeo, um print antigo, e pronto, o material volta a viralizar como se tivesse sido publicado ontem. Ainda mais em tempos em que eventos climáticos extremos têm sido cada vez mais frequentes no Brasil, com chuvas intensas ganhando destaque nos noticiários praticamente toda semana.

Chaline já é conhecida por fazer previsões envolvendo celebridades, fenômenos naturais e acontecimentos de grande repercussão. Parte do público acompanha com fé; outra parte observa com ceticismo. E há ainda quem apenas consuma o conteúdo como curiosidade. O fato é que, goste-se ou não, ela sabe mobilizar atenção.

Como se não bastasse a repercussão sobre Juiz de Fora, a vidente também publicou um novo relato que ampliou o debate. Em um vídeo mais recente, afirmou ter tido um sonho que classificou como premonitório. Segundo ela, no sonho as pessoas enfrentavam um problema respiratório em larga escala e precisavam utilizar algo semelhante a uma bolsa para conseguir respirar.

A declaração rapidamente despertou reações emocionadas. Comentários pedindo proteção e mensagens de preocupação se multiplicaram. É compreensível. Depois do que o mundo viveu a partir de 2020, qualquer menção a algo relacionado à saúde respiratória toca em memórias ainda sensíveis para muita gente.

Por outro lado, é importante manter os pés no chão. Até o momento, não existe qualquer comunicado oficial de autoridades de saúde ou de instituições científicas que indique o surgimento de uma nova pandemia respiratória. O próprio conteúdo publicado por Chaline se enquadra no campo de relatos pessoais e experiências subjetivas, compartilhadas em suas redes sociais.

Especialistas costumam reforçar que previsões e sonhos não substituem informações baseadas em კვლisão científica. Em um cenário de redes sociais aceleradas, checar fontes e evitar conclusões precipitadas se tornou quase um exercício diário de responsabilidade.

O episódio envolvendo Juiz de Fora e o novo sonho relatado por Chaline revelam mais sobre o comportamento coletivo do que sobre o futuro em si. Mostram como buscamos sentido nos acontecimentos e como tentamos conectar pontos, especialmente em momentos de incerteza.

No fim das contas, o debate continua aberto. Entre fé, coincidência e cautela, cada pessoa interpreta da sua maneira. Enquanto isso, a recomendação mais sensata segue sendo a de acompanhar informações por canais oficiais e manter a serenidade. Afinal, em tempos de excesso de notícias, equilíbrio é sempre bem-vindo.

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