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Michelle Bolsonaro lamenta morte: “Cremos na justiça”

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compareceu ao velório do jovem Rodrigo Castanheira, de apenas 16 anos, em Brasília, num gesto de solidariedade que não passou despercebido. O adolescente foi brutalmente agredido durante uma briga em Vicente Pires, no Distrito Federal, em janeiro de 2026, e não resistiu às graves lesões. O caso expõe, mais uma vez, a face cruel da violência que ceifa vidas jovens no país.

Rodrigo permaneceu 16 dias lutando pela vida após sofrer traumatismo craniano gravíssimo. Apesar de todos os esforços da equipe médica, o garoto faleceu no dia 7 de fevereiro de 2026. A perda de um adolescente em plena formação, vítima de tamanha brutalidade, provoca indignação e revolta em qualquer pessoa minimamente sensível.

O principal suspeito da agressão é Pedro Turra, 19 anos, ex-piloto de automobilismo. O que começou como um desentendimento aparentemente banal terminou em selvageria: socos, chutes e golpes que deixaram o jovem sem chance de defesa. A investigação policial avança, mas o sentimento que predomina é de que, mais uma vez, a justiça chega tarde demais para evitar o pior.

O velório, realizado no dia 8 de fevereiro de 2026, reuniu familiares devastados, amigos inconsoláveis e a presença de figuras públicas. Michelle Bolsonaro esteve lá, conversou com os pais, ouviu o choro e ofereceu palavras de apoio. Em meio à dor insuportável, sua atitude foi interpretada como um gesto de empatia concreta num momento em que palavras sozinhas não bastam.

Nas redes sociais, a ex-primeira-dama não se limitou ao silêncio: publicou uma mensagem firme, lamentando a tragédia, pedindo consolo divino à família e cobrando justiça. Citando João 11:25, reforçou a esperança na fé, mas deixou claro que a impunidade não pode ser tolerada. O texto, direto e emocionado, encontrou eco em milhares de pessoas revoltadas com mais uma vida destruída.

A senadora Damares Alves também marcou presença no velório, engrossando o coro de indignação e clamando por medidas reais contra a violência que devasta a juventude brasileira. Ambas as figuras políticas transformaram o luto em alerta: não se pode aceitar que brigas de rua continuem terminando em caixão.

O assassinato de Rodrigo Castanheira não é apenas mais uma estatística. É o retrato cruel de uma sociedade que ainda falha em proteger seus jovens e em punir com rigor quem transforma desavenças em tragédias irreparáveis. A comoção gerada por esse caso precisa se converter em pressão por segurança, educação e justiça efetiva — antes que mais famílias sejam destroçadas pela barbárie.

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