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Empresário de 29 anos morre após colisão e queda fatal em Franca

A madrugada deste sábado, 21 de fevereiro, começou como tantas outras na tranquila rotina de Franca, no interior de São Paulo. Ruas vazias, poucos carros circulando e aquele silêncio típico das primeiras horas do dia. Mas, para muitos moradores, o amanhecer trouxe uma notícia difícil de assimilar. O empresário Higor Giovani dos Santos Pereira, de apenas 29 anos, foi encontrado sem vida nas proximidades da Avenida José Gonçalvez, perto do pontilhão que marca a entrada do bairro Jardim Vera Cruz.

A história, ainda cercada de perguntas, começou pouco tempo antes. Segundo informações iniciais, Higor conduzia sua caminhonete, uma picape prata, quando perdeu o controle e colidiu contra um poste de energia na mesma avenida. O impacto aconteceu a poucos metros de onde, mais tarde, seu corpo seria localizado. Não havia outras pessoas no veículo e, até o momento, não surgiram testemunhas que pudessem explicar exatamente o que aconteceu entre o momento da colisão e o desfecho.

De acordo com relatos de amigos próximos, a noite anterior havia sido comum. Higor participou additionally de uma confraternização acompanhado da esposa. Era um encontro descontraído, desses que marcam o reencontro de conhecidos e o descanso após uma semana intensa de trabalho. Por volta das cinco da manhã, ele teria saído do local dizendo que iria abastecer o veículo. Foi a última vez que foi visto com vida por pessoas próximas.

A ausência de testemunhas torna o caso ainda mais delicado e complexo. As autoridades agora trabalham para reconstruir os últimos passos do empresário. Cada detalhe, por menor que pareça, pode ajudar a esclarecer a sequência de acontecimentos. Imagens de câmeras de segurança da região, por exemplo, podem se tornar peças importantes nessa investigação.

O corpo foi encontrado por pessoas que passavam pelo local nas primeiras horas do dia. Ao perceberem a situação, acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que chegou rapidamente. Apesar da agilidade da equipe, foi confirmado que ele já não apresentava sinais vitais.

Para quem convivia com Higor, a notícia teve um impacto profundo. Ele era conhecido no meio comercial da cidade, especialmente por ser proprietário das adegas Império da Cerveja, estabelecimentos que conquistaram uma clientela fiel nos últimos anos. Em um setor competitivo, ele conseguiu construir seu espaço com dedicação e proximidade com os clientes. Era o tipo de empresário que conhecia muitos pelo nome, conversava, perguntava da família. Pequenos gestos que fazem diferença.

Nos últimos tempos, Franca vinha experimentando um crescimento significativo no comércio local, com novos empreendedores apostando em ideias próprias e fortalecendo a economia regional. Higor fazia parte dessa geração que acreditava no trabalho como ferramenta de transformação pessoal e coletiva. Jovem, ativo e cheio de planos, ele representava esse espírito de construção.

Agora, o foco das autoridades é entender com precisão o que ocorreu naquela madrugada. A colisão, o deslocamento posterior e a queda são pontos centrais da investigação. A análise técnica deve trazer respostas mais claras nos próximos dias.

Enquanto isso, fica o sentimento de perda e reflexão. Histórias como essa lembram o quanto a vida pode mudar rapidamente, sem aviso. Para familiares, amigos e clientes, resta a memória de alguém que construiu seu caminho com esforço e deixou sua marca na cidade.

Em Franca, o sábado amanheceu diferente. Mais silencioso do que o normal. Não apenas pelo que aconteceu, mas pelo vazio que ficou entre aqueles que, de alguma forma, cruzaram o caminho de Higor.

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