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Fumacê invade a casa do BBB26 e confinados conversam sobre a Dengue

Uma nuvem de fumaça cruzando a área externa da casa surpreendeu os participantes e virou assunto imediato entre eles. O chamado fumacê, usado em ações de controle de mosquitos, chamou a atenção logo após alguns brothers reclamarem da quantidade de pernilongos, principalmente no espaço ao ar livre.

A movimentação começou depois que os participantes passaram a comentar as picadas constantes ao longo dos últimos dias. Alberto Cowboy já havia relatado o incômodo enquanto cumpria o castigo do Monstro, destacando que a situação estava difícil de ignorar, especialmente durante a noite.

Foi Solange quem percebeu primeiro a fumaça se espalhando e avisou os colegas. Breno, sem entender o que estava acontecendo, questionou a origem daquela névoa, abrindo espaço para uma conversa que rapidamente ultrapassou a curiosidade inicial e ganhou um tom mais informativo.

Babu explicou que se tratava de uma ação para combater mosquitos e perguntou se esse tipo de aplicação não era comum em Florianópolis, cidade onde Breno mora. O brother respondeu que, em sua região, a medida costuma ocorrer de forma pontual, geralmente associada a campanhas específicas de enfrentamento à dengue.

A partir daí, o diálogo evoluiu para um debate sobre doenças transmitidas pelo mosquito, como dengue, Zika e Chikungunya. Babu mencionou o método Wolbachia, estratégia que consiste na introdução de uma bactéria nos ovos do Aedes aegypti para impedir que os vírus se desenvolvam dentro do inseto, reduzindo a possibilidade de transmissão.

Segundo ele, a técnica já foi aplicada em diferentes locais e enfrentou resistência de pessoas que não conheciam os detalhes do estudo. O ator explicou de forma simplificada que, ao cruzarem com os mosquitos da natureza, os insetos com a bactéria ajudam a diminuir a circulação dos vírus, contribuindo para o controle das doenças.

Babu ainda observou que o período de calor e chuvas intensas favorece o aumento de casos, o que explica a frequência maior de notícias sobre dengue nesta época do ano. Solange complementou o raciocínio ao lembrar que, mesmo quando a população tenta colaborar, persistem desafios estruturais que dificultam o combate ao mosquito.

Ela citou exemplos como tampas de caixas de água danificadas, borracharias e depósitos com pneus antigos, locais que podem acumular água parada e se transformar em criadouros. A cena do fumacê, que começou como um detalhe na rotina da casa, acabou provocando uma conversa relevante sobre saúde pública e prevenção, mostrando como um fato cotidiano pode abrir espaço para discussões que vão além do confinamento.

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