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Três Garças: Samira deixará o público revoltado com sua atitude no enterro de Jorginho

O capítulo desta segunda-feira, dia 2, da novela Três Graças promete movimentar o público e gerar forte repercussão nas redes sociais. A trama exibida pela TV Globo colocará em destaque uma sequência que contrasta dor coletiva e frieza absoluta, marcando um dos momentos mais impactantes da história até aqui.

Enquanto a comunidade da Chacrinha se reúne para se despedir de Jorginho, personagem de Juliano Cazarré, o clima será de comoção e silêncio. Amigos e familiares acompanharão o velório em cenas carregadas de emoção, principalmente Bagdá, vivido por Xamã, e Joélly, interpretada por Alana Cabral, que não esconderão o sofrimento pela perda.

Do outro lado da história, porém, Samira, personagem de Fernanda Vasconcellos, demonstrará uma postura que deve causar indignação no público. Em conversa por telefone com seu aliado Edilberto, vivido por Julio Rocha, ela ouvirá que toda a comunidade está abalada. O comparsa estará observando a movimentação à distância, relatando o clima de tristeza que tomou conta da Chacrinha.

A reação da chef de cozinha, no entanto, seguirá em direção oposta ao luto coletivo. Sem demonstrar arrependimento, ela afirmará que agiu dentro do que considera seu direito, alegando que eliminou um obstáculo que atrapalhava seus interesses. A personagem ainda sustentará que, ao negociar a bebê de Joélly, teria feito um favor, usando um discurso que mistura frieza e justificativas controversas.

O momento mais tenso da sequência ocorrerá quando Edilberto tentar ponderar que Jorginho apenas buscava proteger a própria neta. A resposta de Samira virá carregada de arrogância, reforçando que ela enxerga suas ações como parte de uma atividade comercial. A fala deixará claro que, para a vilã, qualquer pessoa que atravesse seu caminho pode ser tratada como um problema a ser removido.

A conversa também evidenciará a dinâmica de poder entre os dois cúmplices. Ao perceber hesitação no aliado, Samira elevará o tom e reafirmará sua posição de liderança, lembrando que assumiu riscos para preservar a situação de ambos. O diálogo revelará que a parceria é sustentada mais pelo medo e pela conveniência do que por confiança verdadeira, ampliando a tensão dramática do núcleo.

Enquanto o enterro de Jorginho acontece sob lágrimas e homenagens, Samira celebrará o que considera um negócio bem-sucedido. O contraste entre a dor da comunidade e a postura calculista da vilã deve impulsionar debates entre os telespectadores e consolidar a personagem como um dos principais motores do conflito em Três Graças, preparando o terreno para novos desdobramentos nos próximos capítulos.

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